O projeto escolar corresponde à reabilitação de um conjunto de 5 edifícios no interior da Tapada da Ajuda, respeitando a morfotipologia arquitetónica existente, ajustada às novas necessidades, numa relação simbiótica entre o espaço da escola e o espaço natural.
A água, visível a partir de todos os corpos, passa a ser o elemento de ligação da experiência do Museu. Sendo na realidade o suporte da sua temática (marítima), é também um potencial campo expositivo.
O projeto refere-se à reabilitação do chalet oitocentista da rainha D. Maria Pia de Sabóia, que se pretende manter como elemento dominante e estruturador do espaço e das vistas do exterior, assim como à construção de dois novos edifícios de habitação no mesmo lote.
Reconversão dos antigos pavilhões industriais de uma fábrica de azeite em habitação, preservando a memória das fachadas originais. Nas traseiras, um expressivo jardim toma conta do logradouro e “sobe“ às varandas dos vários pisos, até ao terraço superior.
A rigidez dos pavilhões existentes, ocupados pelas salas de aula, como autênticas “máquinas de aprender”, contrasta com a “informalidade” da parte nova, que liga os pavilhões proporcionando uma “aprendizagem informal” a partir dos espaços coletivos.
O Conservatório de Cascais ocupa o antigo edifício da Pensão Boaventura, totalmente reabilitado. A construção da nova sala polivalente fez-se por simples extensão do embasamento em pedra da casa original em direção ao palmeiral.
Nesta reconversão de um edifício de escritórios de Tomás Taveira, em apartamentos, procurou-se relacionar o edifício com a cidade num sentido mais amplo, com a evocação dos vãos, materialidade e sublimação da luminosidade e leveza tão características de Lisboa.
Neste edifício, originalmente de 4 apartamentos, transformado numa moradia unifamiliar, foi mantida a fachada principal, sendo o restante edifício integralmente novo, tirando partido da justaposição de dois tempos diferentes.
Neste projeto para uma nova Biblioteca, a reabilitação de uma Capela e um Fórum da Juventude, optou-se não apenas de desenhar um novo edifício, mas antes de mais articular as volumetrias diversas do contexto sem aparente sentido de conjunto.
No topo de um dos edifícios do cruzamento da av. Estados Unidos da América com a av. de Roma, um conjunto de espaços designados “ateliers“ no projeto original é adaptado a habitação, revelando de novo a beleza que antes se perdera.
Reabilitação de um edifício construído na década de 40, inserido no plano de Ressano Garcia para a expansão urbana de Lisboa, redimensionando as tipologias e adaptando-as ao contexto da vida contemporânea.